Porque os clássicos nunca morrem

11 de abril de 2010

Wings

Com 1 Comentario

Percebi que estava com falta de cultura, justo eu, que gosto de assistir filmes a clássicos. Então, tomei vergonha e decidi começar assistir a alguns filmes clássicos. Claro que escolho aqueles tops de linha, mas aceito sugestões de outros(as) blogueiros(as) que curtem estes clássicos assim como eu (meu namorado só curte filmes de terror e de zumbis, que horror!)

Para começar um minha Sessão de Gala , Wings (1927), filme mudo que foi o primeiro a ganhar a estatueta do Oscar de melhor filme. Com um roteiro bem organizado, conta estória de dois rapazes, Jack Powell (Charles "Budy" Rogers) e David Armstrong (Richard Arlen), que se alistam na Força Aérea Americana, como pilotos de combate, sendo convocados para a Primeira Guerra Mundial . Com algumas desavenças por causa de uma garota, a amizade entre eles quase foi por um fio.


Mary Preston (Clara Bow), vizinha de Jack, ama-o em segredo.


Ela também se alista, tornando-se uma motorista de ambulância.


O clímax da história é a épica Batalha de Saint-Mihiel.  Nos filmes atuais de guerra, as cenas aéreas são fáceis de serem feitas com a computação gráfica,  mas, imaginem naquela época? Estas cenas eram rodadas no ar mesmo, sem "computador" algum.







Este filme apresenta um ator pouco conhecido daquela época, Gary Cooper, futuro ganhador de dois Oscars.

David, atingido, é dado como morto. Porém, para ele sobreviver,  faz uma aterrisagem forçada e rouba um avião da Alemanha. Tenta retornar mas acaba se confrontando com Jack. Este o abate, pensando, assim que se vingou da "morte" de sei amigo.  Jack ao descer para buscar um  souvenir, percebe o erro fatal.

Um filme que realmente mereceu a estatueta do Óscar de Melhor Filme. Para finalizar, assistam ao trailer do filme:

+1

1 comentários:

Rubi disse...

Aí está um dos meus filmes preferidos. Apesar de ser um pouco cansativo no início, foi um filme que me conquistou de uma forma única. Elenco incrível,história emocionante, final surpreendente. Um clássico do gênero que não deve nada em suas mais de 2h de duração.

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