Porque os clássicos nunca morrem

17 de maio de 2010

Ben-Hur: primeiras versões

Com 5 Comentarios

Lew Wallace escreveu o romance Ben-Hur: a tale of the Christ em 1880, acreditando que, por ser ateu, comprovaria a não existência de Jesus Cristo. Ele se deu mal, pois, durante dois anos de pesquisa, comprovou que Cristo esteve aqui na terra mesmo. Com isso, o autor deixou de ser ateu para ser mais um cristão salvo em Jesus.

A primeira versão deste filme, quem diria, foi em 1907 quando o cinema estava engantinhando ainda. O filme não dura mais do que 15 minutos, dando ênfase à corrida de bigas.


Já em 1925, a Sétima Arte já estava em grande advento com diversos filmes mudos e grandes galãs como Rodolfo Valentino e Ramon Novarro.


Este ator mexicano é desconhecido de muitos, mas foi ele quem deu vida ao personagem do romance de Lew Wallace em 1925. Vejam algumas cenas que relacionei deste filme, que tem duração de 143 minutos:


 

 

 

 
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5 comentários:

@Raspante disse...

Olha nem sabia da existência desta versão. A última versão de Ben- Hur (acho que anos anos 60, né ?!), eu assisti até a metade, preciso rever este e assistir essa primeira versão!

Marcia Moreira disse...

Assiti (e continuo assistindo) a versão de 1959, que é um megaclássico, imperdível. É longo, mas a narrativa não te deixa cansado. Eu já sabia destas versões, mas não imaginava que encontraria tantas imagens da de 1925. Já a de 1907, é difícil de encontrar. Os filmes, acredito, podemos assistir no YouTube.

Renato Hemesath disse...

Márcia, teu blog é convidativo a começar pelo nome.
Não havia parado para re-pensar antes, mas realmente se adjetivar um trabalho como antigo pode induzir que seja ultrapassado e arcaico, é muito mais bem vindo chamá-lo de clássico! me encantei!

Abraços

Marcia Moreira disse...

Renato, obrigada pelo imenso elogio. Foi difícil pensar em um nome para este blogue, daí, deduzi que, realmente, devemos chamar os nossos "filmes antigos" de clássicos mesmo, pois eles ainda nos encantam. Já estou te seguindo também.

Dilberto L. Rosa disse...

Olá, imenso prazer em conhecer! Em primeiro, parabéns pela temática do blogue, com cujo título concordo plenamente: afinal, o que é algo "antigo" na arte se sempre a estaremos revisitando para aprender ou sentir algo novo?! Em segundo, como foi bom, ao pesquisar para uma postagem minha datas dos filmes Ben-Hur já feitos, acabar chegando até aqui... Voltarei sempre! A propósito: passa lá no meu blogue (que nem sempre fala de Cinema, ainda minha maior paixão artística) e me diz o que achaste do meu pequeno ensaio sobre refilmagens e o novo Robocop! Grande abraço!

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