Porque os clássicos nunca morrem

17 de fevereiro de 2011

Dio, come ti amo

Com 4 Comentarios

Uma bela noite, após um longo dia de trabalho, cheguei em casa. Foi quando a minha mãe me mostra um filme que havia ganhado de minha irmãzinha caçula, sendo um dos favoritos da minha mãezinha. Depois, fiquei sabendo que, quando chegou ao Brasil no final da década de 1960, foi um alvoroço para assisti-lo, cujas canções foram parar nos bailinhos daquela época

O filme de 1966 se chama Dio, come ti amo (Deus, como eu te amo, em português), um romance água com açúcar em que a protagonistas canta até quando vê uma barata!

Um dia, resolvi assistir ao filme juntamente com minha mãe para conhecê-lo melhor. Conta a história de uma bela jovem e humilde chamada Gigliola (interpretada por Gigliola Cinquetti, uma cantora bem conhecida pelos italianos e com uma bela voz) que viaja para a Espanha.


Lá, hospeda-se na casa de sua amiga rica, Ângela – até aí, tudo bem. Depois, Gigliola conhece o noivo de sua amiga, Luis, daí já conhecemos a história: o cara se apaixona pela amiga da noiva, sendo correspondido, ora bolas! Pensei: grande amiga esta Gigliola! Bom, no final, tudo dá certo: ninguém mata ninguém, não há trama vingativa etc.

Em todo o filme, ela dá uma paradinha para cantar. No final, todos já sabemos o enredo: ela canta mais uma vez para convencer o seu amado a ficar com ela. Que romântico!

Esta é uma pedida para os apaixonados no Valentine’s Day assistirem juntinhos no sofá, e ficarem cantarolando Non ho l'età.


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4 comentários:

M. disse...

Eita! Eu tenho esse filme e nem assisti ainda. Seria um dos próximos posts do Sala Latina. Que super coincidência! Ri demais quando você escreveu que cantam até quando aparece uma barata hahahhaha... Um abraço.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Minha mãe também AMA esse filme tolinho.
Abraços


www.ofalcaomaltes.blogspot.com

Alan Raspante disse...

Sabe Marcia, pelo fato de gostar de musicais eu até encararia. Adoro um clichê! hehehe

George Hamilton Maranhão Alves disse...

Tenho o DVD e não canso de reassisti-lo. Perdi as contas de quantas vezes o vi. Mas a primeira vez, foi na telona, no Cine Marrocos, em Marabá-PA, lá pelo ano de - se não me equivoco - 1975 ou 1976. Ontem, vi novamente. Daqui um tempo, possivelmente, verei de novo. Quando estou com espírito romântico enamorador, vejo.

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