Porque os clássicos nunca morrem

20 de novembro de 2010

Stanley Donen, o rei dos musicais

Com 4 Comentarios
Nunca tinha ouvido falar em Stanley Donen até a cerimônia do Oscar de 1998, em que o coreógrafo recebeu o Oscar Honorário, pelo conjunto de suas obras. As pessoas premiadas com um Oscar, geralmente, ficam sérias e fazem um discurso quase chorando, mas Stanley me surpreendeu; ele discursou, cantou Cheeck to Cheeck e sapateou. Foi incrível!

Então, busquei mais informações sobre o rei dos musicais que, além de dirigir On the Town (1949), Singing in the rain (1952), Seven brides for seven brothers (1954), Funny face (1957), trabalhou em um suspense, Charade (1963). Curioso, não.

Hoje ele está com 86 anos bem vividos e a imagem dele sendo homenageado em 1998 é uma das coisas mais lindas que asssiti. Abaixo o vídeo do momento da homenagem. Bem merecido.


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4 comentários:

Daniele disse...

Ele é uma graça de tão simpático. Donen é um ícone dos grandes musicais de Hollywood. Ele é maravilhoso. Eu gosto tanto dele e de sua criatividade. Não era fácil dirigir e coreografar os musicais e ele também dirigiu Cary Grant e Ingrid Bergman em Indiscreet (1958)que é uma comédia romântica, Charade (1963) com sua musa Audrey Hepburn e Two for the Road novamente oom Audrey e Albert Finney. Ele nunca parou de trabalhar. Um grande ser homem e eu adorei vê-lo sapetear sem peder o ritmo. Obrigado Marcia por postar o Stanley. Valeu

Sonia disse...

Eu adoro o Stanley Donen. Ele é fantástico, elegante e divertido tanto que comemorou em grande estilo sapateando e cantado seu Oscar. Um grande gênio que Deus pôs na Terra para alegrar aos homens com sua arte.

Marcia Moreira disse...

Obrigada pelos comentários e, Daniele, foi um prazer. E o que eu disse é verdade: emocionei-me com esta premiação, aliás, a cerimônia do Oscar de 1998, na minha opinião, foi a melhor de todas.

Sonia disse...

Oi. Vc pode postar algo sobre a atriz italiana Gina Lollobrigida. Ela fez muito sucesso na Itália e nos Estados Unidos nos anos 50. Ela tá velhinha, mas foi uma pré- Sophia Loren. Fez aquele filme " Trapézio" com o Burt Lancaster e " Salomão e a rainha de Sabá" com Yul Brynner. " O Corcunda de Notre- Dame" com Anthony Quinn, "Quando setembro vier" com Rock Hudson e Sandra Dee e o clássico italiano " Pão, amor e fantasia" com Vittorio de Sica. Uma grande atriz dos tempos de ouro do cinema.

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