15 de fevereiro de 2011

Tudo em família: Os Carradine

John Carradine, ator 


David Carradine, ator, filho de John

Keith Carradine, ator, irmão de David e filho de John


Robert Carradine, ator, irmão de Keith e David e filho de John

Martha Plimpton, atriz, filha de Keith, sobrinha de David e Robert e neta de John

Le voyage dans la Lune, 1902


Este filme francês é considerado um marco para os filmes de ficção científica. Antes de 2001, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, Star Wars etc. os diretores tiveram uma aulinha de como usar efeitos especiais a filmes deste gênero.

Este clássico de 1902 foi produzido e dirigido pelo ilusionista francês George Méliès, sendo utilizado uma parnafenália bacana para elaborar estes efeitos mostrados neste filme de apenas 8 minutos de duração.


O filme é baseado em dois outros classicos da literatura que virariam filmes mais pra frente: Os primeiros homesn na lua, de H. G. Wells, e Da Terra à Lua, de Julio Verne.


Todo filme tem uma cena clássica, não é? Neste filme, é quando a nave-bala-de-revólver atravessa o olho da Lua, conforme a imagem que introduz esta postagem.

Ontem à noite, antes de dormir, assisti a este clássico que merece todo o nosso respeito, devido à qualidade do trabalho feito. Assistam e se deliciam com mais este clássico marcante.

8 de fevereiro de 2011

Frases: James Byron Dean



“Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã.”

“Sem espaço, um ator é nada mais que um robô insignificante com um tórax repleto de botões.”

"Confiança e fé são as suas coisas principais. Você não deve se permitir ser teimoso."

“Para mim, atuar é a forma mais lógica para as neuroses das pessoas se manifestarem, nesta grande necessidade que todos temos de nos expressar.”

“Não tem jeito de ser verdadeiramente notável neste mundo. Estamos todos impalados nas curvas da condição.”

“Só os gentis são verdadeiramente fortes.”

“Um peixe que está na água não tem escolha do que ele é. Os gênios possuem este talento que possuímos de nadar na areia. Somos peixes e nos afogamos.”

“Viver o mais intensamente, arriscar sempre. Se tivesse 100 anos para viver, eu ainda não teria tempo para fazer tudo o que quero fazer.”










The King and I


Há algum tempo, aluguei o filme The King and I e, depois que vi a atuação de Yul Brynner, não me contive, dei muitas gargalhas, principalmente com seu "etc. etc. etc.".

Este musical de 1956, também protagonizado por Deborah Kerr, é muito gostoso de ser assistido. É baseado no musical da Broadway que, por sua vez, teve seu roteiro baseado no livro Anna and the King, da escritora Margaret Landon. O livro conta relatos provindo do diário pessoal da própria Anna, professor e viúva inglesa, que fora chamada para ensinar aos numerosos filhos do rei de Sião (atual Tailândia).


Antes de The King and I, o livro transformou-se em filme pela primeira vez em 1946, com Irene Dunne e Rex Harrisson como protagonistas. Sua última versão, considerada mais fiel ao livro, é a de 1999, que trazia Jodie Foster e Chow Yun-Fat como atores principais. Ambos os filmes são da linha dramática.


Bom, este é um dos filmes que quero comprar para a minha coleção pessoa de clássicos e, como gosto do Yul Brynner, trago uma das cenas de sua brilhante atuação, merecedora do Oscar daquela época, em que dei altas gargalhadas com seu "etc. etc. etc.". Um ótimo programa.