Porque os clássicos nunca morrem

1 de junho de 2011

Ben-Hur, 1907

Com 4 Comentarios
Muito antes do sucesso com Charlton Heston, esta é a primeira versão. O ano era 1907, ou seja, tem mais de 100 anos, e o filme tem duração, no total, de quase 15 minutos, muito tempo naquela época. Vamos curtir e lembrar algumas cenas da versão de 1959. Enjoy!

Primeira parte




Segunda parte

+1

4 comentários:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Gosto muito da versão dos anos 20 com o Ramon Novarro. É fantástica.
A de Wyler nem sei o que dizer. É o melhor épico da história do cinema.
Márcia, apareça no meu blog. Sinto falta de vc por lá.
Abração,


O Falcão Maltês

Kahlil Affonso disse...

Nossa! Muito interessante! A versão dos anos 20 tb é impressionante, principalmente no quesito efeitos especiais.

http://filme-do-dia.blogspot.com/

Maxx disse...

Excelente post. Não conhecia, e olha que filme centenário são os que tenho assistido mais. Graças a vc conheci esse. Abç.

Postei um centenário colorido. Dá uma espiada lá:

http://telecinebrasil.blogspot.com/2011/06/le-baquet-de-mesmer-georges-melies-1904.html

danistill disse...

Esta versão de Ben Hur dos anos 20 é impressionante mesmo. Todos estes efeitos numa época em que haviam poucos recursos tecnológicos.

Márcia.Posta algo sobre a Pier Angeli. Os fãs de James Dean agredecem. Dia 19 de junho ela faria 79 anos. Faleceu precocemente aos 39 anos. Foi tão linda, singela nos filmes nos quais atuou. Antes de morrer escreveu uma carta declarando que James foi o grande amor de sua vida. Ela foi uma atriz italiana fantástica. Pena que depois sumiu das telas do cinema. Tem fotos lindas de James e Pier na Internet. Ela merece uma homenagem no seu blog.

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