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9 de março de 2016

Cerimônias do Oscar: como eram antigamente



Amo assistir às cerimônias do Oscar e ficar torcendo para os meus selecionados ganharem a tão sonhada estatueta dourada.
Como sou nostálgica e adoro conhecimentos históricos, fiz uma busca no Youtube e descobri alguns filmes curtos de algumas premiações. Antigamente, não havia uma reunião em um grande auditório. Os vencedores faziam uma gravação recebendo a estatueta. Somente a partir dos anos de 1940 é que começou a entregar o prêmio da academia em uma grande cerimônia.
Abaixo, selecionei alguns vídeos para se ter uma ideia como era a entrega do Oscar.
 
 
 
 

28 de fevereiro de 2014

Momentos - Oscar




Joan Fontaine e Olivia de Havilland, irmãs e concorrentes ao Oscar de Melhor Atriz de 1942. Fontaine venceu por Suspicion.



Momento pai e filho do Oscar de 1949: Walter Huston venceu como Ator Coadjuvante e seu filho, John Huston, como diretor, ambos pelo mesmo filme, O tesouro de Sierra Madre.

2 de setembro de 2011

Elia Kazan e o Oscar Honorário


A cerimônia do Oscar de 1999, na minha opinão, foi uma das mais injustas que já assisti: premiou um filme água com açúcar chamado Shakespeare apaixonado em vez do ótimo Resgate do soldado Ryan ou Elisabeth; deu a Gwyneth Paltrow  um Oscar de Melhor Atriz, esquecendo-se de Cate Blachent e da grande Fernanda Montenegro; etc.

Nesta cerimônia, um fato me chamou mais a atenção: foi a premiação com um Oscar Honorário a Elia Kazan, diretor de origem grega com ótimos trabalhos nas décadas de 1940 e 1950 especialmente. Para alguns da Academia, foi uma premiação muito injusta pelo fato de ele ter contribuído com o marcatismo, entregando nomes de possíveis comunistas, estragando com a carreira de muitos naquela época.

Quando Elia apareceu para receber a estatueta, muitos se recusaram a bater palmas e a se levantar em homenagem a ele, reconhecendo, assim, o seu “grande valor e contribuição” com Hollywood. Assim, me interessei em pesquisar mais sobre este diretor.

Kazan dirigiu filmes muito importantes nas décadas de 1940 e 1950, como já disse, tais como: A luz é para todos (1947), Um bonde chamado desejo (1951), Viva, Zapata! (1952), Sindicato de ladrões (1954), Vidas amargas (1955) dentre outros, além de ganhar dois oscars como Melhor Diretor por A luz é para todos e Sindicato de ladrões.

O diretor foi membro do Partido Comunista dos Estados Unidos e, como ex-membro, denunciou colegas de trabalho deste partido ao Comitê de Investigações de Atividades Antiamericanas, comandado pelo senador Joseph MbCarthy; por isso o nome marcatismo. Com isso, ele não era bem visto por Hollywood.

Sabendo disso, não sei se Elia Kazan achou que “cooperar” com o governo americano era a coisa certa, mas, com certeza, estragou com a vida de muita gente. Isso deixou muita gente revoltada naquela cerimônia. De qualquer modo, não vamos desmerecer o trabalho deste diretor; o meu favorito é o ótimo Sindicato de ladrões, com uma trilha sonora maravilhosa.

Elia Kazan e o Oscar Honorário de 1999

28 de fevereiro de 2011

Oscar póstumo

Acredito que a Academia não gosta muito de premiar postumamente alguns artista e profissionais da Sétima Arte na cerimônia do Oscar. Mas em 2009, ela não pode resistir, acabando por premiar o jovem falecido Heath Ledger por sua atuação magnífica em Batman, o cavalheiro das trevas como Coringa. Quem não se lembra no momento da entrega, em que o pai e a mão do jovem ator aceitaram a estatueta em nome do filho. Lindo demais.
Sabemos que este não é o único caso de premiação póstuma. Tivemos algumas premiações e indicações póstumas ao Oscar.

A primeira indicação póstuma foi logo na primeira cerimônia do Oscar, em 1929. A atriz Jeanne Eagles havia falecido em 1929 e, mesmo assim, concorria pela estatueta de melhor atriz naquele ano.


Douglas Fairbanks tinha falecido em 1939 e, no anos seguinte, foi premiado com um Oscar Honorário.


No mesmo ano, o roteirista de ...E o vento levou, Sidney Howard, que havia falecido em 1939, recebeu um prêmio póstumo de roterio adaptado por este filme.

O jovem James Dean, que faleceu devido a um acidente de carro em 1955, foi indicado postumamente como Melhor Ator pelos filmes Vidas Amargas (1955) e Assim caminha a humanidade (1956).

O grande ator Spencer Tracy também foi indicado ao prêmio máximo de atuação pelo filme Adivinhe quem vem para o jantar?, de 1967. A indicação era póstuma, pois o ator havia falecido no ano anterior.


Peter Finch venceu ao prêmio de Melhor Ator em 1977 pelo filme Network, mas, infelizmente, não pode comparecer para receber o prêmios, pois havia falecido um mês antes da cerimônia.

Ralph Richardson faleceu em 1983 e, no ano seguinte, estava concorrendo ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme Greystoke - A lenda de Tarzan.

A maravilhosa Audrey Hepburn perdeu a batalha para o câncer em 1993. No ano seguinte, seu filho, Sean, recebia na cerimônia do Oscar, o Prêmio Humanitário no lugar de sua mãe.

 O italiano Massimo Troisi tinha falecido em 1994 e, no ano seguinte, estava concorrendo ao prêmio de Melhor ator pelo filme O carteiro e o poeta.

O diretor de fotografia Conrad L. Hall ganhou o Oscar de Melhor Fotografia em 2002 pelo filme Estrada para perdição. Havia falecido no ano anterior.

Por fim, Heath Ledger que, por sua atuação em Batman, o cavalheiro das trevas, ganhou merecidamente o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2009, mas, infelizmente, tinha falecido no ano anterior. Sua família foi em seu lugar para aceitar o prêmio.

In Memoriam - Oscar 2011


Não querendo ser mórbida, mas, para mim, uma das partes favoritas da cerimônia do Oscar é o momento em que nos lembramos daqueles que se foram recentemente. A maioria são artistas clássicos que brilharam há anos em Hollywood, fazendo com que esta parte seja um tanto nostálgica.

Abaixo está o vídeo do In Memoriam do Oscar 2011. Sempre tem um fundo musical e, neste ano, foi a Celine Dion que fez a homenagem com a música Smile. Dizem que relembrar é viver, então, vamos viver através da lembrança dos que se foram.

24 de fevereiro de 2011

Mary Pickford e o Oscar


A atriz canadense, Mary Pickford, foi considerada a queridinha da América nos anos dourados de Hollywood. Quem dera: além de atriz, trabalhava por trás das câmeras também. Seu nome, junto com Douglas Fairbanks e Charles Chaplin, é memorável desde os primeiros anos de produção cinematográfica de Hollywood.

Na transição do cinema mudo ao falado, em seu primeiro filme sonoro, foi premiada com Oscar de Melhor atriz entre os anos de 1928-1929. Um grande feito para esta pequena atriz (em estatura, lógico).


Já em 1976, em sua residência, recebeu um Oscar Honorário pela sua contribuição (e tanto) em Hollywood. Bem merecido. No vídeo abaixo, percebem o quanto não mudou nadinha (claro que algumas esticadinhas na pele ajudam e muito!). Ainda bem que passou a vida desfrutando do seu Oscar de Melhor Atriz; já com o Honorário, viveu mais quatro anos com o gostinho deste segundo Oscar, falecendo em 1979. Anos bem vividos.
 

27 de janeiro de 2011

Indicados ao Oscar 2011


Gente, eu não resisto à cerimônia do Oscar, não para ver os vestidos das celebridades, mas para ficar na torcida e opinar sobre os vencedores (e os perdedores, ai), sobre as minhas apostas dentre outros.

Este blogue só entrou no ar em Abril de 2010, por isso, no ano passado, não escrevi nada sobre a cerimônia.

Abaixo está a lista dos indicados nas principais categorias. Deixei marcado em vermelho as minhas apostas, se estão certas eu não sei.

Melhor filme

“A rede social”
“O discurso do rei”
“Cisne negro”
“O vencedor”
"A origem”
“Toy Story 3”
"Bravura indômita”
“Minhas mães e meu pai”
“127 horas”
“Inverno da alma”

Melhor diretor

David Fincher – “A rede social”
Tom Hooper – “O discurso do rei”
Darren Aronofsky – “Cisne negro”
Joel e Ethan Coen – “Bravura indômita”
David O. Russell – “O vencedor”


Melhor ator

Jesse Eisenberg – “A rede social”
Colin Firth – “O discurso do rei”
James Franco – “127 horas”
Jeff Bridges – “Bravura indômita”
Javier Bardem – “Biutiful”


Melhor atriz

Annette Bening – “Minhas mães e meu pai”
Natalie Portman – “Cisne negro”
Nicole Kidman - “Rabbit hole”
Michelle Williams - “Blue valentine”
Jennifer Lawrence - “Inverno da alma”


Melhor ator coadjuvante

Mark Ruffalo – “Minhas mães e meu pai”
Geoffrey Rush – “O discurso do rei”
Christian Bale – “O vencedor”
Jeremy Renner – “Atração perigosa”
John Hawkes – "Inverno da alma"


Melhor atriz coadjuvante

Helena Bonham Carter – “O discurso do rei”
Melissa Leo – “O vencedor”
Amy Adams – “O vencedor”
Hailee Steinfeld – “Bravura indômita”
Jacki Weaver - “Reino animal”


Melhor roteiro original:

“Minhas mães e meu pai”
“O vencedor”
“A origem”
“O discurso do rei”
"Another year"


Melhor roteiro adaptado

“A rede social”
“127 horas”
“Bravura indômita”
“Toy Story 3”
"Inverno da alma"

10 de janeiro de 2011

Oscar's winners


Passeando pela Internet, deparei-me com uma seleção de vídeos em que se reúnem todos os vencedores do Oscar em seus respectivos anos e categorias. Nele, apresentam-se os nomes dos ganhadores e as algumas cenas, dando até vontade conhecer mais sobre os filmes e, por que não, assisti-los.

Vou começar com os primeiros Oscars, de 1927 até 1933. Nestes anos, premiavam-se os filmes, atores, atrizes, diretores etc. numa sequência de dois anos, não como temos acompanhado ultimamente. Por exemplo, a primeira premiação foi aos trabalhos realizados em 1927 e 1928, dando sequência até 1932-1933. A partir de 1934, o Oscar era dado anualmente até os dias de hoje.

Com vocês, the Oscar's winners:

1927-1928




1928-1929



1929-1930



1930-1931



1931-1932



1932-1933

20 de novembro de 2010

Stanley Donen, o rei dos musicais

Nunca tinha ouvido falar em Stanley Donen até a cerimônia do Oscar de 1998, em que o coreógrafo recebeu o Oscar Honorário, pelo conjunto de suas obras. As pessoas premiadas com um Oscar, geralmente, ficam sérias e fazem um discurso quase chorando, mas Stanley me surpreendeu; ele discursou, cantou Cheeck to Cheeck e sapateou. Foi incrível!

Então, busquei mais informações sobre o rei dos musicais que, além de dirigir On the Town (1949), Singing in the rain (1952), Seven brides for seven brothers (1954), Funny face (1957), trabalhou em um suspense, Charade (1963). Curioso, não.

Hoje ele está com 86 anos bem vividos e a imagem dele sendo homenageado em 1998 é uma das coisas mais lindas que asssiti. Abaixo o vídeo do momento da homenagem. Bem merecido.


VuuTV - Watch Video

14 de novembro de 2010

Oscar Honorário: Cary Grant a James Stewart


Na cerimônia do Oscar de 1985, Cary Grant entrega um Oscar Honorário ao seu colega no filme The Philadelphia Story, James Stewart. Duas lendas em um só momento. Tinha apenas dez aninhos e nem sonhava em adquirir os conhecimentos que tenho hoje sobre os clássicos - ainda são bem poucos. Confiram o vídeo que é bárbaro.


VuuTV - Watch Video

20 de agosto de 2010

Tom and Jerry e o Oscar


Tom and Jerry foi um dos meus desenhos favoritos da minha infância, o qual passava todos os dias no SBT sempre de dia ou no final da tarde, assim, quando estudava de manhã, podia assistir à tarde ou vice-versa.

Tenho que concordar que, com o politicamente correto hoje, este desenho é visto como tendo conteúdos de extrema violência: é o gato atirando com uma espingarda dentro de casa (armas na residência?), é bomba explodindo na cara do gato (e não morria!), é porrada, porrada e porrada mesmo! Ainda assim, fui uma criança normal, passei a minha adolescência numa boa e hoje sou uma adulta normal, sem instinto assassino.

Este desenho surgiu em 1940 com o título Puss gets the boot, sem ainda ter o nome dos protagonistas. Quem criou este clássico foram os desenhistas William Hanna e Joseph Barbera para MGM até 1957. Depois, o desenho passou para outras mãos como Gene Deitch (1960-1962) e Chuch Jones (1963-1967).

Na era Hanna-Barbera, o desenho faturou nada mais, nada menos do que sete estatuetas do Oscar. Mesmo com a censura da época, o nosso clássico animado conseguiu esta façanha.

Mesmo adulta, quando tenho um tempinho, assisto a este desenho e, confesso, continuo rindo com as mesmas piadas.

Confiram os vídeos com os sete desenhos vencedores do Oscar, pois relembrar é viver.

The Yankee Doodle Mouse (1943)


NarTube - Watch Video


Mouse trouble (1944)


NarTube - Watch Video

Quiet, please (1945)


NarTube - Watch Video

The cat concert (1946)


NarTube - Watch Video

The little orphan (1948)


NarTube - Watch Video

The two mouseketeers (1951)


NarTube - Watch Video

Johann Mouse (1952)


NarTube - Watch Video

21 de junho de 2010

Injustiças do Oscar (4): Meio Oscar?




Bette Davis disse uma vez que"queria ter ganhado três Oscars, mas miss Hepburn conseguiu primeiro. Na verdade ela não conseguiu, ela só ganhou meio Oscar. Se eles me dessem meio Oscar eu jogaria na cara deles." Ela se referiu à cerimônia do Oscar de 1968 em que houve um empate na categoria Melhor Atriz: Katherine Hepburn (The lion of winter) e Barbra Streisend (Funny girl).

Não considero o prêmio que Hepburn recebeu como "meio Oscar", senão, como seria? Cortar um Oscar com um serrote e dividir para ambas? Se fosse assim, seus nomes seriam mencionados como ganhadoras do Half Academy Awards. O trabalho das duas foi reconhecido pela Academia naquele ano.


Aconteceu também na cerimônia de 1932, só que na categoria Melhor Ator: foi com os feras Wallace Berry (The champ) e Fredrick March (Dr. Jekill and Mr. Hyde). A estatueta foi dividida, evidentemente que não.


Acredito que a Academia toma o máximo de cuidado para que isso não aconteça novamente e, se acontecer, não vejo problema algum. Não considero um meio Oscar, mas dois atores, ou atrizes, ou diretores, ou filmes que, merecidadamente, receberam o maior prêmio da Academia.

18 de maio de 2010

Curiosidades do Oscar (5)


A categoria Melhor Documentário foi criada em 1941 e logo no seu segundo ano de criação teve vinte e cinco indicados, sendo que quatro foram vencedores.
O italiano Frederico Fellini foi o primeiro a ser indicado como Melhor Diretor por um filme estrangeiro. Concorreu por La Dolce Vita, em 1961.

O filme Será que Ele é?, de 1997, deu uma indicação de Melhor Coadjuvante para Joan Cusack. O curioso é que a trama foi inspirada no discurso de Tom Hanks quando o ator ganhou o Oscar por Filadélfia e sem querer revelou a homossexualidade do seu professor de Arte Dramática.

Kate Winslet e Gloria Stuart foram indicadas no mesmo ano por interpretarem a mesma personagem no mesmo filme (Rose em Titanic). Esse feito só se repetiu uma vez, também com Kate Winslet, que foi indicada junto com Judi Dench (ambas interpretaram a personagem-título de Iris).

A única vez em que duas atrizes foram indicadas no mesmo ano por interpretarem a mesma personagem em filmes diferentes foi em 1999. Cate Blanchett e Judi Dench interpretaram a rainha Elizabeth: a primeira em Elizabeth e a segunda em Shakespeare Apaixonado.

Bing Crosby, Peter O’Toole, Al Pacino, Paul Newman e Cate Blanchett receberam indicações por interpretar o mesmo personagem em filmes diferentes.

A interpretação mais curta premiada em qualquer categoria foi a de Beatrice Straight. Ela foi eleita a Melhor Atriz Coadjuvante por Rede de Intrigas, por cerca de seis minutos em cena.

Já Anthony Hopkins foi o Melhor Ator por O Silêncio dos Inocentes, onde aparece por 22 minutos. É a participação mais breve a ser premiada como principal.

George C. Scott ganhou o Oscar de Melhor Ator em 1970 por Patton. Porém, previamente, tinha pedido para não ser incluído porque não acreditava na competição entre atores que a Academia pregava.

José Ferrer, Shirley Booth, Yul Brynner, Rex Harrison, Anne Bancroft, Jack Albertson e Joel Grey ganharam o Oscar reprisando papéis que já tinham lhes rendido, nos palcos, o prêmio Tony.

Harold Russell, soldado que perdeu as duas mãos na Segunda Guerra Mundial, não tinha experiência como ator quando foi escolhido para um papel em Os melhores anos de nossas vidas. Surpreendentemente, ganhou o Oscar de Ator Coadjuvante, e outro Honorário por trazer esperança para os veteranos da Guerra. Foi a única vez que alguém levou dois Oscars num mesmo ano por uma mesma interpretação. Depois disso, Russell não prosseguiu atuando.

Apenas quinze atores ganharam o Oscar por um filme de estreia. São eles: Shirley Booth, Julie Andrews, Barbra Streisand e Marlee Matlin (como Melhor Atriz); Katina Paxinou, Mercedes McCambridge, Eva Marie Saint, Jo Van Fleet, Goldie Hawn, Tatum O’Neal, Anna Paquin e Jennifer Hudson (como Atriz Coadjuvante); e Harold Russell, Timothy Hutton e Haing S. Ngor (como Ator Coadjuvante). Até hoje, ninguém venceu o Oscar de Melhor Ator pelo primeiro trabalho.

Dos citados acima, apenas Julie Andrews, Mercedes McCambridge, Barbra Streisand e Goldie Hawn foram indicadas novamente.

Dianne Wiest é a única a vencer dois Oscars sendo dirigida pelo mesmo diretor. Ela foi a Melhor Atriz Coadjuvante por Hannah e suas irmãs e depois por Tiros na Broadway, ambos de Woody Allen.

Jodie Foster é a única a ser indicada enquanto criança a conseguir outras indicações depois de adulta.

Jodie também é uma das poucas a ganhar dois Oscars antes dos 30 anos. Ela ganhou o seu segundo por O Silêncio dos Inocentes quando tinha 29 anos, a mesma idade de Hilary Swank quando esta levou por Menina de Ouro. Mas bem antes delas, Luise Rainer tinha conseguido a dobradinha aos 28.

Bette Davis e Greer Garson detêm o recorde de indicações consecutivas. Elas foram indicadas cinco vezes em sequência como Melhor Atriz. Seguem Elizabeth Taylor e Marlon Brando, com quatro indicações consecutivas cada. Al Pacino também conseguiu quatro em sequência, mas em categorias diferentes.

Laurence Olivier e Roberto Benigni são os únicos a ganhar o Oscar de Melhor Ator por filmes que eles mesmos dirigiram. Olivier ganhou por Hamlet e Benigni, por A vida é bela.

Warren Beaty conseguiu o impressionante feito de concorrer como Produtor, Diretor, Ator e Roteirista pelo mesmo filme – duas vezes! Isso aconteceu por O céu pode esperar e depois por Reds.

Cate Blanchett é a única a vencer o Oscar interpretando justamente uma vencedora do Oscar! Ela foi premiada por O Aviador, onde trazia à vida Katharine Hepburn.

Apenas uma pessoa chamada Oscar venceu o Oscar: Oscar Hammerstein II levou dois prêmios de Melhor Canção.

13 de maio de 2010

Curiosidades do Oscar (4)


Peter Weller, Sean Astin, Jeff Goldblum e Griffin Dunne já foram indicados ao Oscar. Mas não na categoria de atores, e sim na de documentários.

Katharine Hepburn foi indicada doze vezes ao Oscar e é detentora do título de atriz que mais vezes ganhou (foram quatro vitórias, todas como protagonista). Mas o recorde de indicações é de Meryl Streep, que já acumula 15, tendo apenas dois (um deles como Coadjuvante).

Apenas outros três intérpretes chegaram na marca dos três Oscars: Jack Nicholson (dois como Ator, um como Coadjuvante), Ingrid Bergman (dois como Atriz, um como Coadjuvante) e Walter Brennan (todos como Coadjuvante).
Walt Disney é a pessoa que mais ganhou Oscars – e dificilmente perderá o título. Foram 64 indicações, das quais saiu vitorioso 22 vezes.

Woody Allen já foi indicado dezenove vezes ao Oscar, mas apenas em uma dessas ocasiões como ator (as demais nomeações se dividem entre direção e roteiro). Ele é, com folga, o roteirista mais vezes indicado.

O grande perdedor do Oscar é Peter O’Toole. Concorreu oito vezes como Melhor Ator e não ganhou nenhuma. Recebeu, porém, um prêmio honorário em 2003. Entre as mulheres, as recordistas de indicação sem ter ganhado nenhum Oscar são: Deborah Kerr (indicada seis vezes) e Thelma Ritter (também indicada seis vezes, todas como Coadjuvante).

Já esses aqui nunca perderam o Oscar: Luise Rainier, Vivien Leigh, Helen Hayes, Sally Field, Hilary Swank e Kevin Spacey tem dois Oscars cada – das duas únicas indicações que receberam.


Patty Duke, Tatum O’Neal e Anna Paquin ganharam como Atriz Coadjuvante quando ainda eram menores de idade. Duke tinha 15 anos, O’Neal tinha 10 e Paquin tinha 11. Tatum ainda detém o recorde de mais jovem vencedora de um prêmio competitivo. Já Shirley Temple ganhou um Oscar Honorário aos 6 anos de idade! O extinto Prêmio Juvenil foi dela em 1934.

Timothy Hutton se tornou o mais jovem ator a ganhar um Oscar. Ele tinha dezenove anos quando foi eleito o Melhor Coadjuvante por Gente como a Gente, em 1980. É nessa categoria que está também o mais jovem indicado de todos os tempos, Justin Henry (concorreu por Kramer vs. Kramer quando tinha oito anos).

Jessica Tandy ganhou o Oscar de Melhor Atriz em 1989 por Conduzindo Miss Daisy, se tornando a mais velha vencedora de um Oscar (tinha 81 anos na ocasião).

Henry Fonda foi indicado pela primeira vez como Melhor Ator em 1940, pelo filme As Vinhas da Ira. Mas só veio a ganhar por Num Lago Dourado em 1981, quando tinha 76 anos. Isso o tornou o ator mais velho a ser premiado na categoria, e fez-se também o maior hiato desde a primeira indicação até a vitória.

George Burns (Uma Dupla Desajustada, 1975) e Peggy Ashcroft (Passagem para a Índia, 1984) são os mais velhos a ganhar como Coadjuvantes (80 e 77 anos, respectivamente).

Gloria Stuart, com 87 anos, teve a chance de tirar o recorde de Jessica Tandy, quando foi indicada ao Oscar de Coadjuvante pelo filme Titanic (1997). Não ganhou e se contentou com o título de a mais velha atriz a ser indicada ao Oscar.

Aconteceu Naquela Noite, Um Estranho no Ninho e O Silêncio dos Inocentes são os únicos filmes a vencer os cinco Oscars principais. Saíram vitoriosos em Filme, Direção, Roteiro, Ator e Atriz.

Além dos três filmes citados acima, Rede de Intrigas, Num Lago Dourado e Melhor é Impossível também tiveram o Melhor Ator e a Melhor Atriz dos seus respectivos anos.

Só dois filmes ganharam Oscar em três das quatro categorias de atuação: Uma Rua Chamada Pecado (Atriz, Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante) e Rede de Intrigas (Ator, Atriz e Atriz Coadjuvante).

Ben-Hur, Titanic e O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei são os filmes que mais levaram Oscars (onze no total). Os recordistas em indicações são A Malvada e Titanic, com catorze nomeações cada.

Já os maiores perdedores foram A Cor Púrpura e Momento de Decisão. Ambos foram indicados a onze Oscars e saíram com as mãos abanando! Ui.


Bob Hope nunca foi indicado a nenhum Oscar, mas foi o apresentador oficial da festa durante muitos anos, e por isso recebeu cinco estatuetas honorárias.

O Tigre e o Dragão, de Taiwan, foi mencionado em dez categorias e se tornou, em 2002, o recordista de indicações para um filme falado em Língua Estrangeira.