Mostrando postagens com marcador Clássicos da década de 1920. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clássicos da década de 1920. Mostrar todas as postagens

17 de março de 2013

Jean Harlow e o Gordo e o Magro

 
 
Se estivesse viva, Jean Harlow completaria, no dia 3 de março, 102 anos de idade, mas morreu tão jovem, com 26 anos, no meio das filmagens de Saratoga (1937).
 
Nossa querida Harlean Carpentier iniciou sua carreira em filmes mudos da décda de 1920 e conseguiu passar para o falado com sucesso, ao contrário de outros que não tiveram a mesma sorte. Um dos filmes mudos da nossa blondshell foi com a dupla hilária O gordo e o magro. Em Double whoopee, Jean é uma hóspede que cai nas trapalhadas da dupla.
 
Vejam o vídeo e se divirtam.

19 de março de 2012

Sunrise: a song of two humans (1927)


Estava eu, em minha humilde residência, quando me deu vontade de ligar meu note para assistir a algum clássico pelo YouTube. Decidi por um filme mudo, pois só havia assistido a Wings (1927). Queria uma novidade. Foi então que decidi por Sunrise: a song of two humans (1927) para conhecer o trabalho de Janet Gaynor finalmente. O filme me surpreendeu com as atuações dos atores principais e concluo que atuar em um filme antigo não é fácil, pois os gestos e os movimentos do corpo é que são a fala dos atores; e isso eles fizeram de forma estupenda. Até chorei no final do filme!

Bom, falando um pouco deste filme, é o primeiro trabalho do diretor alemão expressionista Friedrich Wilhelm Murnau, mais conhecido como F.W.Murnau, que também dirigiu Satanás (1920) e o tão falado Nosferatu (1922); filme este que até Lauren Bacall indicaria para sua neta no lugar da série Crepúsculo.


O tema é até que ponto o homem cai em tentação, e como isso afeta de maneira pertubadora a mente de um ser humano. Foi o que o personagem de George O'Brien expressou em todo o filme, ao interpretar um fazendeiro casado que cai em tentação a mulher da cidade (Margaret Livingston); esta faz a cabeça dele, planejando o assassinato da esposa para que, livre, o fazendeiro possa viver na cidade com ela.



A esposa, interpretada por Janet Gaynor, fica na dela o tempo todo, cuidando da casa e da filhinha. Mesmo que o marido chegasse tarde em casa, ela o tratava como todo amor e dedicação de uma esposa.


O fazendeiro, sucubindo na tentação da mulher da cidade, decide levar o plano a fundo. Convida a esposa para um passeio na cidade, atravessando o rio com um barco. Na hora de executar o plano, a esposa implora para não matá-la.


O fazendeiro cai em si, mas a esposa consegue fugir até a cidade. Ele, completamente arrependido, pede perdão à esposa, mas ela vai perdoando aos poucos e, com isso, o relacionamento se restaura na cidade. Lá, eles aproveitam para passar uma segunda lua de mel. A cena do beijo no meio da rua é fenomenal, um clássico!. Queria fazer isso um dia (rsss).


Vencedor de três estatuetas do Oscar na primeira cerimônia realizada em 1929 (trabalhos de 1927-1928): Melhor Qualidade Artística de Produção (categoria que só apareceu nesta primeira cerimônima), Melhor Fotografia e Melhor Atriz para Janet Gaynor.


É um filme muito belo e merece ser assistido e admirado. Assisti, como já disse, pelo YouTube, mas ele pode ser adquirido em algumas livrarias do porte da Livraria Cultura. Para cinéfilas clássicas como eu, quero para minha coleção.


17 de maio de 2010

Ben-Hur: primeiras versões


Lew Wallace escreveu o romance Ben-Hur: a tale of the Christ em 1880, acreditando que, por ser ateu, comprovaria a não existência de Jesus Cristo. Ele se deu mal, pois, durante dois anos de pesquisa, comprovou que Cristo esteve aqui na terra mesmo. Com isso, o autor deixou de ser ateu para ser mais um cristão salvo em Jesus.

A primeira versão deste filme, quem diria, foi em 1907 quando o cinema estava engantinhando ainda. O filme não dura mais do que 15 minutos, dando ênfase à corrida de bigas.


Já em 1925, a Sétima Arte já estava em grande advento com diversos filmes mudos e grandes galãs como Rodolfo Valentino e Ramon Novarro.


Este ator mexicano é desconhecido de muitos, mas foi ele quem deu vida ao personagem do romance de Lew Wallace em 1925. Vejam algumas cenas que relacionei deste filme, que tem duração de 143 minutos:


 

 

 

 
]



 



 

 

11 de abril de 2010

Wings


Percebi que estava com falta de cultura, justo eu, que gosto de assistir filmes a clássicos. Então, tomei vergonha e decidi começar assistir a alguns filmes clássicos. Claro que escolho aqueles tops de linha, mas aceito sugestões de outros(as) blogueiros(as) que curtem estes clássicos assim como eu (meu namorado só curte filmes de terror e de zumbis, que horror!)

Para começar um minha Sessão de Gala , Wings (1927), filme mudo que foi o primeiro a ganhar a estatueta do Oscar de melhor filme. Com um roteiro bem organizado, conta estória de dois rapazes, Jack Powell (Charles "Budy" Rogers) e David Armstrong (Richard Arlen), que se alistam na Força Aérea Americana, como pilotos de combate, sendo convocados para a Primeira Guerra Mundial . Com algumas desavenças por causa de uma garota, a amizade entre eles quase foi por um fio.


Mary Preston (Clara Bow), vizinha de Jack, ama-o em segredo.


Ela também se alista, tornando-se uma motorista de ambulância.


O clímax da história é a épica Batalha de Saint-Mihiel.  Nos filmes atuais de guerra, as cenas aéreas são fáceis de serem feitas com a computação gráfica,  mas, imaginem naquela época? Estas cenas eram rodadas no ar mesmo, sem "computador" algum.







Este filme apresenta um ator pouco conhecido daquela época, Gary Cooper, futuro ganhador de dois Oscars.

David, atingido, é dado como morto. Porém, para ele sobreviver,  faz uma aterrisagem forçada e rouba um avião da Alemanha. Tenta retornar mas acaba se confrontando com Jack. Este o abate, pensando, assim que se vingou da "morte" de sei amigo.  Jack ao descer para buscar um  souvenir, percebe o erro fatal.

Um filme que realmente mereceu a estatueta do Óscar de Melhor Filme. Para finalizar, assistam ao trailer do filme: