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17 de março de 2013
28 de janeiro de 2013
Adivinhe quem é?
Nesse final de semana, ao assistir Ben-Hur (1959) pela milésima vez, fiquei curiosa com algo: quem é o ator que interpretou Jesus Cristo, já que ele aparecia sempre de costas?
Descobri que, na verdade, era Claude Heater, um cantor de ópera (barítono e tenor) e também escritor religioso.
Claude começou a cantar como barítono em 1954 nos Estados Unidos, seguindo com a carreira para Europa nos anos seguintes. A partir de 1964, trabalhou como tenor, obtendo muito sucesso, principalmente em trabalhos dramáticos.
O cantor se aposentou no início da década de 1970, época em que despertou-se a curiosidade por ensinos religiosos. Ele tem até um site: www.claudeheater.com.
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| Claude Heater e Charlton Heston |
Seu nome não está nos créditos do clássico de 1959, mas, com certeza, sua presença forte, mesmo de costas e sem alguma fala, será lembrada por muito tempo. Pelo menos, por mim.
1 de junho de 2011
Ben-Hur, 1907
Muito antes do sucesso com Charlton Heston, esta é a primeira versão. O ano era 1907, ou seja, tem mais de 100 anos, e o filme tem duração, no total, de quase 15 minutos, muito tempo naquela época. Vamos curtir e lembrar algumas cenas da versão de 1959. Enjoy!
Primeira parte
Segunda parte
23 de dezembro de 2010
4 de junho de 2010
Curiosidades: Ben-Hur (1959)
• O ator Burt Lancaster recusou o papel de Judah Ben-Hur porque era ateu e não queria ajudar a promover a Cristandade. Além de Lancaster, os atores Marlon Brando e Rock Hudson também recusaram.
• A produção de Ben-Hur foi uma bem-sucedida tentativa da Metro Goldwyn Mayer de sair da ameaça de falência.
• Gore Vidal declarou certa vez que o roteiro original previa um relacionamento homossexual entre Ben-Hur e Messala. Como o diretor Wyler sabia que Heston nunca aceitaria interpretar um personagem assim, Vidal sugeriu contar apenas a Stephen Boyd (Messala) sobre esse relacionamento — o que pode ser notado nas interpretações de Ben-Hur e Messala.
• A MGM queria que um autêntico barco romano fosse utilizado nas cenas de batalha. Para tanto, contratou um engenheiro que se dedicava à arquitetura romana. Quando ele apresentou o design do barco aos engenheiros da MGM, estes disseram que o barco afundaria, pois era muito pesado. Ainda assim o barco foi construído e, ao ser colocado no oceano, inicialmente flutuou. Porém uma pequena onda foi suficiente para afundar a embarcação. Por causa disso, as cenas foram rodadas em um gigantesco tanque, com cabos prendendo o barco ao tanque.
• Após a construção do tanque, era preciso dar à água (que estava marrom-escura) o tom azul-mediterrâneo necessário para que as cenas parecessem reais. Foi utilizado um composto químico que realmente azulou a água, mas também formou sobre ela uma crosta, que precisou ser toda retirada do tanque por operários da MGM.
• Durante as filmagens no tanque, um dos figurantes caiu na água e lá ficou por muito tempo. Ao sair, ele estava totalmente azul, e teve seu salário pago pela MGM até sua pele voltar ao normal.
• Só a construção da arena para a corrida de quadrigas (na Cinecittà, em Roma) custou um milhão de dólares. Nessa sequência – dirigida em 94 dias por Andrew Marton, Mario Soldati e Yakima Canutt, especialista em cenas de perigo –, utilizaram-se cinco câmeras, oito mil figurantes e 76 cavalos.
• Para a entrada dos corredores, o diretor de fotografia Robert Surtees usou uma grua de mais de trinta metros de altura: o espectador vê as quadrigas desfilando na pista como se sobrevoasse a arena. O efeito é realçado pela utilização do processo cinematográfico Camera 65, um aperfeiçoamento do CinemaScope.
• Apesar de na Itália haver cavalos brancos, os quatro que foram utilizados nas filmagens vieram da Tchecoslováquia, trazidos na primeira classe de um avião fretado e que teve seus assentos retirados.
• O estádio confeccionado para Ben-Hur seguiu detalhes do que foram utilizados na versão de 1925.
• Após as filmagens, os cenários de Ben-Hur foram todos destruídos por ordem de Sam Zimbalist, que temia que eles fossem utilizados em produções italianas menores.
• Miklós Rózsa compôs a trilha sonora de Ben-Hur em oito semanas.
21 de maio de 2010
17 de maio de 2010
Ben-Hur: primeiras versões
Lew Wallace escreveu o romance Ben-Hur: a tale of the Christ em 1880, acreditando que, por ser ateu, comprovaria a não existência de Jesus Cristo. Ele se deu mal, pois, durante dois anos de pesquisa, comprovou que Cristo esteve aqui na terra mesmo. Com isso, o autor deixou de ser ateu para ser mais um cristão salvo em Jesus.
A primeira versão deste filme, quem diria, foi em 1907 quando o cinema estava engantinhando ainda. O filme não dura mais do que 15 minutos, dando ênfase à corrida de bigas.
Já em 1925, a Sétima Arte já estava em grande advento com diversos filmes mudos e grandes galãs como Rodolfo Valentino e Ramon Novarro.
Já em 1925, a Sétima Arte já estava em grande advento com diversos filmes mudos e grandes galãs como Rodolfo Valentino e Ramon Novarro.
Este ator mexicano é desconhecido de muitos, mas foi ele quem deu vida ao personagem do romance de Lew Wallace em 1925. Vejam algumas cenas que relacionei deste filme, que tem duração de 143 minutos:
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