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20 de julho de 2010

Sessão Novos Clássicos: Os caçadores da arca perdida


Quando estava na segunda série, lembro-me de eu e meus colegas fomos a uma sessão de cinema na sala da biblioteca a adivinhem o que assisti? Os caçadores da arca perdida, o primeiro filme que assisti em VHS.

Confesso que toda vez que passa na televisão, não deixo de assitir; foi o que eu fiz no sábado à noite e, como cúmplice, estava meu namorado, assistindo aos filmes da saga Indiana Jones.

Quando assisti pela primeira vez, a cena que não saia da minha pequena memória foi a das aranhas no corpo de Alfred Molina. Fiquei com bastante medo naquela época!

Dirigido por Steven Spielberg em 1981, com história de George Lucas, o filme é um vencedor: ganhou cinco estatuetas do Oscar nas categorias de Melhor Efeitos Especiais, Melhor Efeitos Sonoros, Melhor Som, Melhor Edição e Melhor Direção de Arte. Também concorreu à Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Fotografia.

O tempos passa e filmes como este se tornaram clássicos, não antigos, por favor.


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24 de maio de 2010

Mamãezinha querida


Acredito que os brasileiros estão acompanhando o caso da procuradora da justiça que espancou uma criança, que seria adotada por ela posteriormente. As imagens dos hematomas, os depoimentos e uma gravação indicam que esta senhora é realmente culpada dos seus atos. Ontem assisti na televisão à entrevista com ela, que se defendia das acusações e ameaçava aos que a deletavam. Ridículo.

O tema adoção está se discutindo constantemente devido a este acontecimento. Lendo a revista Veja sobre o assunto, foi mencionado a história da filha adotiva de Joan Crawford, Christina Crawford, que, segundo ela, fora espancada pela sua mãe adotiva. Leiam o trecho da reportagem:


"Em 1978, um ano e meio após a morte de Joan Crawford, a mais velha das quatro crianças que a estrela adotara publicou Mamãezinha Querida, um livro autobiográfico que virou best-seller e estarreceu o público: segundo o relato de Christina Crawford, então com 39 anos, a ex-diva de Hollywood infligira a ela e a seu irmão Christopher tormentos que abrangiam acessos de fúria, períodos de cativeiro e espancamentos - em uma passagem que se tornou antológica no livro e no filme homônimo adaptado deste, Joan encontrou no armário da filha um cabide de arame e, como só os de madeira eram permitidos na casa, ela açoitou a menina impiedosamente com o item proibido. 


Segundo Christina, sua mãe era alcoólatra e não tinha nenhum afeto pelos filhos, que teria adotado apenas para fins publicitários. As duas filhas mais novas de Joan negaram tais acusações, alegando que o livro era uma vingança de Christina por ter sido cortada do testamento da estrela - aliás, riquíssima.
 Vários amigos de Joan, entretanto, confirmaram os episódios de maus-tratos. Também as autoridades deram crédito a Christina, que testemunhou em audiências federais e estaduais destinadas a estabelecer parâmetros para a proteção de menores e colaborou na reformulação das varas de família do condado de Los Angeles.


A história de Christina, levada para a casa de Joan em 1940, com 1 ano, é emblemática também em outro aspecto do pesadelo em que se pode transformar a vida de um filho adotado: ela foi uma entre milhares de crianças vítimas de adoções ilegais perpetradas pela Tennessee Children’s Home Society, instituição que mantinha um vasto esquema para rapto e roubo de crianças, com a participação de médicos, enfermeiras e juízes."
 
Fonte: Veja
 
 
Como foi mencionada, a história de Christina foi levada às telas com o título homônimo, com Faye Dunaway interpretando a diva Joan Crawford.

A atriz ganhou seis prêmios Framboesa de Ouro e teve sua interpretação assolada pela crítica. Eu assisti ao filme e não concordo com estes prêmios recebidos. Faye me convenceu, sim, como Joan Crawford.

5 de maio de 2010

Sessão Novos Clássicos: My bodyguard


Esta semana, saiu uma reportagem na revista Veja sobre a prática do cyberbullying, que está sendo muito constante não só aqui no Brasil, mas também em muitos países desenvolvidos, em especial, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. O bullying não é nehnuma novidade para muitos, pois há muitos anos, crianças e adolescentes se tornaram vítimas desta selvageria; novidade está apenas no nome.

Por causa disto, lembrei-me de alguns filmes que tratavam do assunto (ou que mostrassem algumas cenas). Acredito que My bodyguard (Cuidado com meu guarda-costas, em português) é um dos melhores filmes que tratam do assunto de forma humorística e humana. Também não deixa de ser um novo clássico.

Acredito que a maioria de vocês já assistiram em alguma Sessão da Tarde da vida. Trata-se de um adolescente comum, Clifford Peach (Chris Makepeace), que tinha dificuldades de se adaptar em sua nova escola (este tipo de aluno é uma das principais vítimas do bullying).

Também na mesma escola, estudava Moody (Matt Dillon), um valentão que aterrorizava os colegas da escola, extorquindo o lanche e o dinheiro deles. Clifforn, um dia, se recusou a dar dinheiro e, com isso, foi ameaçado pelo brigão.

Com isso, Clifford "contrata os serviços" de Linderman (Adam Baldwin), um desajustado grandalhão cuja presença já intimidava alunos e professores.

O relacionamento entre Cliffonr e Linderman se torna pessoal, pois eles trabalham em aliança contra seus intimadores, nascendo, assim, uma amizade entre eles.


É um filme que fala de amizade, humanismo. A intimidação dos maiores com os menores em uma escola sempre existiu, mas será que estes alunos que sofrem de bullying também terão um final feliz como do personagem principal deste filme. Espero que todos tenham este final, pois as pessoas que praticam esta brutalidade devem ser severamente punidas, sim!

18 de abril de 2010

Curtindo a vida adoidado: ontem e hoje

Matthew Broderick

Mia Sara

Alan Ruck

Jeffrey Jones

Jennifer Grey

Charlie Sheen

Ben Stein

Kristy Swanson

Poltergeist, a maldição


Poltergeist foi um dos filmes de terror mais sucedidos na década de 1980. Foi lançado em 1982 e teve grande impaco na época, devido às cenas bem assustadoras.


Segundo um documentário do canal E! True Hollywood, este filme sofre de "uma maldição", pois uma parte do elenco morreu após o lançamento do filme. Veja uma lista:

Dominique Dunne, que interpretou a irmã mais velha de Carol Anne, morreu com 22 anos de idade, em 1982, estrangulada pelo namorado ciumento. Ele foi condenado por homicídio a seis anos de prisão. Está em liberdade condicionala depois de cumprir três anos e meio da pena.

Julian Beck faleceu aos 60 anos de idade de câncer de estômago, em 1985.

Will Sampson  morreu aos 53 anos de idade, em 1987, de insuficiência renal.

Heather O'Rourke, a Carol Anne, morreu, em 1988, com 12 anos de idade apenas, de choque séptico, devido à Doença de Crohn (doença inflamatória não intestino).

De volta para o futuro: ontem e hoje

Marty McFly (Michael J. Fox – 47 anos)

Dr. Emmett L. Brown (Christopher Lloyd – 70 anos)

Lorraine Baines/McFly (Lea Thompson – 47 anos)

George McCfly (Crispin Glover – 44 anos)

Biff Tannen (Thomas F. Wilson – 49 anos)

Jennifer Parker/McFly (Claudia Wells – 42 anos)

Sessão Novos Clássicos - De volta para o futuro


Lembram-se destas personagens:  Marty Mcfly, Dr. Emmet Brown, Einsten, Beef dentre outros. Pois é, se você tem mais de trinta anos, com certeza já assistiu a De volta para o futuro e, toda vez que passar na televisão, nós assistimos milhões de vezes porque somos notálgicos. É bom saber que na década de 1980, fez-se muitos filmes bacanas como este e que, agora, tornou-se um novo clássico também. Nunca assisti ao trailer; só agora, com o avanço tecnológico, é que pude ter acesso a ele. Confiram: