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11 de junho de 2012

Meu presente de Dia dos Namorados: Trilogia dos dólares


Quando se aproxima alguma data comemorativa, como o Dia dos Namorados, eu e meu boyfriend trocamos filmes em DVD de nossa preferência. Como estou fazendo coleção de filmes clássicos, resolvi pedir a “Trilogia dos dólares”, que é o meu objeto de desejo. E não é que o meu amorzinho resolveu me presentear com essa joia?
Bom, pra quem não sabe, a "Trilogia dos dólares" reúne três filmes dirigidos pelo grande diretor italiano Sergio Leone nos quais o protagonista é Clint Eastwood. Junto com seu bolero e cigarro, ele é um pistoleiro solitário que apenas quer ganhar alguns trocados (Por um punhado de dólares, 1964), ou um caçador de recompensas (Por uns dólares a mais, 1965), ou um pistoleiro em busca de um “tesouro escondido” (Três homens em conflito, 1966). Considero o terceiro o melhor, mas os dois primeiros também são ótimos.

O filme Por um punhado de dólares foi inspirado no filme japonês de Akira Kurosawa, Yojimbo (1961). Nele, um ronim (um tipo de samurai) chega a uma cidade que sofria com a guerra de duas guangues. Lá, o ronim se aproveita da situação, associando-se às duas guangues.


Kurosawa chegou a dizer o seguinte sobre o filme de Sergio Leone: “É um ótimo filme, mas é o meu filme”. Mais tarde, o diretor japonês conseguiu 15% da fatura do filme de Leone na Ásia e, mais tarde, Kurosawa reconhece o western spaghette como um remake digno de Yojimbo.


O que acho bacana nesses três filmes são as marcas de estilo do diretor italiano, sendo o zoom nos personagens para mostrar as feições em um momento de grande adrenalina pelo qual passam, junto com uma boa trilha sonora composta por Ennio Morricone (falei sobre a trilha nesta postagem), algumas  delas. Por isso, recomendo esses três westerns spaghetti, os quais, praticamente, lançaram Clint Eastwood ao estrelado hollywoodiano.






19 de dezembro de 2010

Meu presente de amigo secreto

Nesta última sexta-feita, fizeram amigo secreto na minha empresa e fiz uma lista de filmes dos quais gostaria de ganhar, dentre eles, Sindicato de Ladrões e Cidadão Kane. Quando abri o meu presente, vejam o que ganhei:


Fiquei super feliz com o presente. Fico com vergonha de dizer, mas nunca havia assistido a este filme. No sábado, tive o prazer de desfrutá-lo. Quem não se apaixona por Audrey Hepburn e Moon River? E, como homenagem, foi dirigido pelo já saudoso Blake Edwards.

16 de junho de 2010

The great race (1966)


Todos os trintões, assim como eu, devem se lembrar do nosso querido desenho animado, Corrida Maluca, e seus personagens nada normais como Dick Vigarista, Penelope Charmosa, Peter Perfeito dentre outros. O que muitos ainda não sabem é que este desenho teve uma inspiração. Dirigido por Blake Edwards, e ganhador da estatueta de melhor edição de som, foi neste filme em que saiu as personagens deste desenho tão assistido por nós.


Este filme é hilário, assistia na Sessão da Tarde quando era adolescente (ou pré-adolescente, como é conhecido hoje). A história é a seguinte: trata-se de uma corrida no início do século XX com participantes bem malucos. O percurso seria de Nova York até Paris.



Durante as inúmeras paradas, conhecem muitos lugares, especialmente na Europa, e também muitas pessoas.



Tony Curtis faz o corredor-galã Leslie (ou seja, o Grande Leslie), que lembra e muito o Peter Perfeito da Corrida Maluca.


Natalie Wood faz a jornalista  Maggie Dubois, que acaba participando da corrida, fazendo par romântico com Tony Curtis. Ela não lembra a Penelope Charmosa?


Jack Lemmon faz o vilão, Professor Fate, que juntamente com seu cúmplice de crimes, Max (Peter Falk), fazem tramoias para impedir que todos cheguem à linha de chegada. Claro que estas personagens serviram de inspiração para o nosso Dick Vigarista e seu fiel cachorrinho, Muttley.

Uma das cenas de que mais gosto é a da batalha de tortas, quando todos perseguem o Professor Fate e acabam numa cozinha com inúmeras tortas e um bolo enorme. É de morre de rir.


NarTube - Watch Video

31 de maio de 2010

007 - Os diamantes são eternos


Ontem, no TCM, foi trasmitido os dois últimos filmes do agente britânico, 007, em homenagem à Sean Connery. Confesso que o meu favorito é 007 – Os diamantes são eternos, por apresentar diálogos de certa forma irônica, especialmente daquela dupla dinamica, Mr. Kidd e Mr. Wint. Hilário, ri do começo ao fim. Geralmente, as bond girls oficiais não tem tanta participação em todo filme (com exceção em 007 – Da Rússia, com amor), mas neste filme, Tiffany Case está com James Bond o tempo todo.

 
No início do filme, já apresenta um James Bond (Sean Connery) vingativo, pois quer, a qualquer custo, se vingar da morte de sua esposa no filme anterior, A serviço de sua majestade. Por isso, está à procura de Blofeld, o arqui-inimigo da maioria dos filmes.


Consumada a sua vingaça (será?), agora James Bond tem a missão de desvendar o contrabando de diamântes da África do Sul para a Europa. Para isso, James Bond teve que se disfarçar de um contrabandista de diamantes para se aproximar de Tiffany (Jill St. John), também contrabandista, em Amsterdã.


Durante a trama, aparecem a dupla Mr. Kidd (Putter Smith) e Mr. Wint (Bruce Glover), que trabalhavam para Blofeld. Eles assassinam todos os que tiveram contato com os diamantes contrabandeados.


James Bond descobre, para sua surpresa, que o seu arqui-inimigo não está morto e que este, com os diamantes contrabandeados, criara um satélite para destruição em massa.


Como já sabemos, James Bond acaba com a festa do vilão e fica com a garota no final.


Tem muitas cenas engraçadas, dentre elas, o carregamento de diamantes no corpo do real contrabanditas, Peter Franks, a fuga automobilística de James Bond, em Las Vegas, com Tiffany, os diálogos irônicos da dupla de assissinos, enfim, é um filme que você pode dar boas risadas, não se esquecendo dos inúmeros pedidos de casamento feitos pela Srta. Moneypenny (Lois Maxwell, maravilhosa), e dos brinquedinhos mirabolantes de Q (Desmond Llewlyn). Vale a pena conferir e, principalmente, a música-tema do filme, entodada por Shirley Basey.

30 de maio de 2010

007 - Só se vive duas vezes


Este é o quinto filme de Sean Connery como o agente britânico à serviço de Sua Majestade, 007, ou melhor, Bond, James Bond. Passou agora à tarde no TCM, mas não assisti; o filme seguinte, 007 Os diamantes são eternos, com certeza  assisti, pois considero este o melhor dos seis feitos por Connery.

Em Só se vive duas vezes, em especial, gostei muito da batalha no céu entre inúmeros helicópteros e o teco-teco estilo toy poodle do nosso querido Bond (não se enganem, pois este aparelhinho possuia muitos brinquedinhos), pois em toda a cena tocava a música-tema da série 007. Confiram no vídeo abaixo.